iPhone 18 pode lançar Face ID sob a tela e primeiro modelo dobrável da Apple

A grande notícia que está movimentando os bastidores da indústria tecnológica vem de fontes confiáveis da cadeia de suprimentos asiática.

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A Apple está preparando mudanças significativas para a próxima geração de iPhones, e os vazamentos recentes sobre o iPhone 18 mostram que a empresa de Cupertino não está economizando em inovações. Se você acompanha as novidades do mundo tech, provavelmente já ouviu falar sobre o Face ID sob a tela, mas agora temos confirmações mais concretas sobre como essa tecnologia chegará.

Segundo o informante Smart Pikachu, que compartilhou detalhes no Weibo durante o fim de semana, a linha iPhone 18 pode lançar Face ID sob a tela. A tão esperada mudança representa um dos maiores avanços no design dos iPhones desde a introdução do próprio Face ID em 2017.

Mas o que torna essa novidade ainda mais interessante é a forma como a Apple pretende implementá-la. A empresa estaria utilizando painéis de vidro microtransparentes, uma tecnologia avançada que permite que os sensores do Face ID funcionem perfeitamente mesmo estando escondidos sob a tela.

Isso significa que finalmente poderemos ter uma tela com aproveitamento maior, sem aquela famosa Dynamic Island ocupando espaço na parte superior.

Dynamic Island vai diminuir ou desaparecer completamente?

Aqui as coisas ficam um pouco confusas, e é importante entender os diferentes cenários que estão sendo discutidos. Existem basicamente duas versões circulando entre os analistas e vazadores da indústria, e ambas têm argumentos sólidos.

A primeira versão, defendida por Wayne Ma do The Information, sugere que os modelos iPhone 18 Pro simplesmente não terão mais a Dynamic Island. No lugar dela, veríamos apenas um pequeno recorte circular no canto superior esquerdo da tela, onde ficaria a câmera frontal. Essa mudança seria radical e daria aos iPhones uma aparência completamente nova, mais limpa e moderna.

Por outro lado, analistas como Ross Young e Mark Gurman da Bloomberg acreditam em uma abordagem mais conservadora. Segundo eles, a Dynamic Island continuará existindo, mas ficará significativamente menor. O Face ID migraria para baixo da tela usando aqueles painéis de vidro microtransparentes, mas a ilha ainda seria necessária para abrigar a câmera frontal e outros sensores.

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Uma terceira perspectiva vem do informante chinês Instant Digital, que aposta em uma Dynamic Island reduzida, porém sem Face ID ou câmera sob a tela. Nesse cenário, a Apple simplesmente miniaturizaria os componentes para criar uma ilha menor, mantendo a tecnologia atual.

O que podemos tirar de tudo isso? A Apple está definitivamente trabalhando para reduzir o tamanho da Dynamic Island, mas o quanto ela vai diminuir ainda é uma incógnita. O mais provável é que vejamos uma ilha menor nos modelos Pro, mantendo a funcionalidade que os usuários já conhecem, mas com um visual menos intrusivo.

A Revolução dos Painéis de Vidro Microtransparentes

Vamos falar sobre a tecnologia que está tornando tudo isso possível. Os painéis de vidro microtransparentes são uma inovação fascinante que permite que a luz infravermelha e outros tipos de radiação passem através do vidro da tela, enquanto ainda exibem pixels normalmente para os nossos olhos.

Pense nisso como uma janela que é transparente para algumas coisas, mas opaca para outras. O Face ID funciona projetando milhares de pontos infravermelhos invisíveis no seu rosto e depois capturando essa informação com sensores especiais. Com os painéis microtransparentes, esses pontos podem atravessar a tela como se ela não estivesse ali, permitindo que todo o sistema funcione perfeitamente mesmo estando escondido.

Essa tecnologia não é totalmente nova no mercado de smartphones. Alguns fabricantes Android já experimentaram câmeras sob a tela, mas com resultados mistos. A qualidade das fotos geralmente sofre porque a tela interfere na passagem da luz. O diferencial da Apple está em usar essa tecnologia especificamente para o Face ID, que trabalha com luz infravermelha, e não para a câmera principal que precisa capturar luz visível de alta qualidade.

Estratégia de lançamento totalmente repensada

A Apple está mudando completamente a forma como lança seus iPhones, e isso pode impactar diretamente a disponibilidade das novas tecnologias. Pela primeira vez, a empresa planeja uma estratégia de lançamento dividida em duas fases, e entender isso é crucial para quem está planejando a próxima compra.

No outono de 2026, provavelmente em setembro como de costume, a Apple deve lançar apenas os modelos premium: iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max, iPhone 18 Air e o aguardado primeiro iPhone dobrável. Esses são os aparelhos topo de linha, onde a empresa concentrará suas principais inovações e tecnologias mais avançadas.

Já os modelos mais acessíveis, o iPhone 18 padrão e o iPhone 18e de baixo custo, ficariam para a primavera de 2027, alguns meses depois. Essa mudança tem várias implicações interessantes. Primeiro, dá à Apple mais tempo para refinar as tecnologias que serão usadas nos modelos mais baratos.

Segundo, se houver problemas de fornecimento com componentes como os painéis microtransparentes, a empresa terá alguns meses extras para resolver essas questões antes de lançar os modelos de entrada.

Essa estratégia também faz sentido do ponto de vista comercial. A Apple pode focar toda a atenção nos produtos premium durante o período crucial de vendas de fim de ano, e depois trazer os modelos mais populares no início do ano seguinte, quando tradicionalmente há uma queda nas vendas de smartphones.

iPhone Dobrável finalmente se torna realidade

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Se tem uma coisa que os fãs da Apple pedem há bastante tempo é um iPhone dobrável, e 2026 pode ser finalmente o ano em que isso acontece. Os rumores sobre o primeiro iPhone dobrável da empresa estão cada vez mais consistentes, e os detalhes revelam um dispositivo pensado nos mínimos detalhes.

O design escolhido pela Apple segue similar ao que vemos no Google Pixel Fold ou no Samsung Galaxy Fold. Quando fechado, o aparelho terá uma tela externa de aproximadamente 5,5 polegadas, perfeita para uso rápido do dia a dia. Ao abri-lo, você terá acesso a uma tela interna generosa de 7,8 polegadas, transformando o smartphone em um tablet compacto.

O que realmente impressiona são as especificações de espessura. Quando totalmente aberto, o iPhone dobrável pode ter apenas 4,5 a 4,8 milímetros de espessura. Para você ter uma ideia, isso é mais fino que muitos smartphones convencionais atuais. Fechado, a espessura ficaria em torno de 9 milímetros, o que é bastante razoável considerando que há duas metades de um telefone uma sobre a outra.

A Apple estaria usando uma estrutura de titânio, o mesmo material premium encontrado nos modelos Pro atuais. Mas há uma novidade interessante: segundo o analista Jeff Pu, a empresa pode combinar titânio com alumínio de forma estratégica.

O titânio ficaria nas áreas que sofrem mais tensão, garantindo que o aparelho não dobre onde não deveria, enquanto o alumínio seria usado em outras partes para ajudar na dissipação de calor e manter o peso controlado.

O Desafio do Vinco na tela

Um dos maiores problemas dos smartphones dobráveis atuais é aquele vinco feio que fica no meio da tela, no ponto onde ela dobra. A Apple aparentemente está obcecada em resolver isso, e os rumores indicam que o iPhone dobrável terá um vinco quase invisível ou até mesmo imperceptível.

A engenharia por trás disso envolve uma dobradiça especial feita com uma combinação de titânio e aço inoxidável, além do uso de metal líquido. Esse metal líquido, que pode parecer algo saído de um filme de ficção científica, é na verdade uma liga metálica avançada que permanece em estado amorfo, sem estrutura cristalina regular. Isso permite que ela absorva impactos e distribua tensões de maneira muito mais eficiente que metais convencionais.

Eliminar o vinco é tão importante para a Apple que, segundo os rumores, esse foi um dos principais motivos pelos quais levou tanto tempo para a empresa desenvolver um dobrável. A gigante de Cupertino simplesmente não estava disposta a lançar um produto com um vinco óbvio, mesmo que isso significasse chegar anos depois da concorrência ao mercado.

Câmeras do iPhone dobrável trazem novidades interessantes

O sistema de câmeras do iPhone dobrável será diferenciado, mas não necessariamente pela quantidade de lentes. A câmera traseira terá apenas duas lentes: uma principal e uma ultra grande angular, ambas com 48 megapixels. A ausência de uma lente teleobjetiva pode decepcionar alguns, mas faz sentido quando você pensa no espaço limitado e na necessidade de acomodar o mecanismo de dobra.

A verdadeira inovação estará na câmera frontal. Segundo os vazamentos, o iPhone dobrável terá a primeira câmera sob a tela de 24 megapixels do mercado. Isso é significativo porque câmeras sob a tela costumam ter resolução bem mais baixa devido às limitações da tecnologia. Alguns smartphones Android já usam câmeras sob a tela, mas geralmente com 10 ou 16 megapixels no máximo.

A tela externa terá uma câmera tradicional embutida em um recorte tipo furo, similar ao que vemos em muitos smartphones Android atuais. Isso garante que você possa fazer videochamadas e selfies com o aparelho fechado sem comprometer a qualidade.

Face ID ou Touch ID no Dobrável?

Aqui temos uma informação que pode surpreender. De acordo com o Analista Ming-Chi Kuo, diferente dos outros modelos da linha iPhone 18, o dobrável pode não usar Face ID. Em vez disso, a Apple estaria considerando trazer de volta o Touch ID em um botão lateral, similar ao que vemos no iPad Air atual.

Essa escolha faz sentido por várias razões. Primeiro, implementar Face ID em um dispositivo dobrável é tecnicamente mais complexo, já que você precisa decidir em qual tela colocá-lo e como ele funcionará com o aparelho fechado ou aberto. Segundo, o Touch ID em um botão lateral é uma solução simples, rápida e que funciona em qualquer posição.

Vale destacar que a Apple não planeja usar Touch ID sob a tela, uma tecnologia que muitos Android já implementaram. A empresa aparentemente prefere a confiabilidade e velocidade do sensor no botão lateral.

Bateria Gigante para aguentar o dia todo

Dispositivos dobráveis tendem a ter mais espaço interno do que smartphones convencionais, e a Apple pretende aproveitar isso para equipar o iPhone dobrável com a maior bateria já colocada em um iPhone. A capacidade ficaria entre 5.400 e 5.800 mAh, bem superior aos 5.088 mAh do iPhone 17 Pro Max atual.

Essa bateria maior é essencial porque uma tela de 7,8 polegadas consome bastante energia. A Apple precisa garantir que o usuário consiga passar o dia inteiro usando o aparelho sem precisar correr para o carregador no meio do dia.

O Preço pode assustar

Vamos falar de um assunto delicado: quanto vai custar esse iPhone dobrável? Os rumores não são nada animadores para quem estava pensando em comprar um. As estimativas variam entre 1.800 e 2.500 dólares, com os vazamentos mais recentes sugerindo que o preço ficará mais próximo do teto superior.

Para colocar em perspectiva, isso significa que o iPhone dobrável pode custar quase o dobro de um iPhone 17 Pro Max. É um investimento considerável, mesmo para os padrões da Apple. Mas é importante lembrar que estamos falando de tecnologia de ponta, com materiais premium e engenharia avançada.

A primeira geração de qualquer produto da Apple costuma ser cara, e com o tempo os preços tendem a cair conforme a produção em escala aumenta e as tecnologias amadurecem. Se você não está disposto a pagar esse valor, pode valer a pena esperar pela segunda ou terceira geração do iPhone dobrável.

iPhone 18 Pro e Pro Max mantêm a tradição

Enquanto o dobrável rouba os holofotes, os modelos iPhone 18 Pro e Pro Max continuarão sendo os carros-chefes tradicionais da Apple. Eles manterão os tamanhos de tela atuais, com 6,3 e 6,9 polegadas respectivamente, e continuarão oferecendo o sistema de câmera traseira tripla que já conhecemos.

Uma mudança interessante está relacionada ao design bicolor que vimos no iPhone 17 Pro. Segundo os rumores, a Apple atualizou o vidro traseiro para minimizar a diferença de cor entre ele e a estrutura de alumínio, buscando uma aparência mais uniforme e harmoniosa. Isso sugere que o visual bicolor pode ser abandonado ou pelo menos suavizado.

Quanto às cores, a Apple estaria considerando três opções para a cor especial dos modelos Pro: um tom marrom bordô, café e roxo. Essas são as opções mais sofisticadas e elegantes, fugindo um pouco dos tons tradicionais como grafite ou prateado.

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(Imagem: MacRumors)

Pro Max Ficará mais pesado

Uma notícia que pode não agradar todo mundo: o iPhone 18 Pro Max será mais espesso e, consequentemente, mais pesado. Os rumores indicam que ele pode ultrapassar os 240 gramas, tornando-se o iPhone mais pesado já produzido. Para comparação, o iPhone 17 Pro Max atual pesa 233 gramas.

Esse aumento de peso provavelmente está relacionado à inclusão de componentes adicionais, possivelmente uma bateria maior ou os novos sensores para o Face ID sob a tela. Para quem usa o celular com uma mão ou carrega no bolso o dia todo, esses gramas extras podem fazer diferença no conforto.

Câmeras com abertura variável chegam ao iPhone

Uma das inovações mais empolgantes para fotógrafos e entusiastas é a possível inclusão de abertura variável na câmera principal do iPhone 18 Pro. Mas o que isso significa na prática?

A abertura de uma câmera é como a pupila do olho humano: ela controla quanto de luz entra. Nas câmeras de smartphone atuais, essa abertura é fixa. No iPhone 17 Pro Max, por exemplo, a câmera principal tem abertura f/1.78, e não há como mudar isso.

Com abertura variável, você poderia ajustar manualmente esse valor, escolhendo entre uma abertura mais aberta para capturar mais luz em ambientes escuros, ou uma abertura mais fechada para situações de muita luminosidade. Isso daria aos usuários muito mais controle criativo sobre suas fotos, permitindo ajustar a profundidade de campo e evitar problemas como superexposição em dias muito ensolarados.

Essa tecnologia já existe em algumas câmeras Samsung, mas seria a primeira vez que a Apple a implementaria. Combinada com o excelente processamento computacional dos iPhones, a abertura variável pode aperfeiçoar elevar a fotografia mobile em outro nível.

Novo Sensor de Imagem de três camadas

Pelo menos um dos modelos iPhone 18 Pro pode vir equipado com um sensor de imagem revolucionário de três camadas desenvolvido pela Samsung. Diferentemente dos sensores convencionais que capturam toda a informação em uma única camada, esse novo sensor divide as cores em três camadas separadas.

O resultado prático? Fotos com menos ruído digital, especialmente em condições de pouca luz. Maior faixa dinâmica, o que significa que você consegue capturar detalhes tanto nas áreas mais claras quanto nas mais escuras de uma mesma foto. E uma resposta mais rápida, reduzindo o tempo entre apertar o botão e a foto ser capturada.

Chip A20 com tecnologia de 2 Nanômetros

O coração dos modelos iPhone 18 Pro e do dobrável será o novo chip A20, fabricado com o processo de 2 nanômetros da TSMC. Para entender a importância disso, precisamos repetir brevemente sobre como chips são fabricados.

Quando dizemos que um chip é de 2 nanômetros, estamos nos referindo ao tamanho dos transistores que compõem o processador. Quanto menores esses transistores, mais deles você consegue colocar na mesma área, o que significa mais poder de processamento. Além disso, transistores menores geralmente consomem menos energia.

A mudança de 3 nanômetros (usados no iPhone 17) para 2 nanômetros pode parecer pequena, mas os ganhos são substanciais. As estimativas falam em chips até 15% mais rápidos e 30% mais eficientes em termos de consumo de energia. Isso se traduz em apps abrindo mais rápido, jogos rodando com mais fluidez e, crucialmente, a bateria durando mais tempo.

Tecnologia WMCM integra a RAM ao Processador

O chip A20 também trará uma mudança arquitetônica significativa com a adoção da tecnologia WMCM, sigla em inglês para Módulo Multiship em Nível de Wafer. Esse nome complicado esconde um conceito relativamente simples, mas poderoso.

Atualmente, a memória RAM do iPhone fica fisicamente próxima ao processador, mas em um chip separado. Os dois se comunicam através de conexões complexas. Com a tecnologia WMCM, a RAM seria integrada diretamente no mesmo wafer que abriga a CPU, a GPU e o Neural Engine.

Pense nisso como a diferença entre ter sua cozinha no mesmo andar do que você mora versus ter que subir ou descer escadas toda vez que quer preparar algo. A proximidade física reduz o tempo que os dados levam para ir e voltar entre o processador e a memória, melhorando o desempenho geral do sistema.

Essa mudança é particularmente importante para as funcionalidades de Inteligência Artificial da Apple. Recursos como Apple Intelligence, que processam grandes quantidades de dados rapidamente se beneficiam enormemente do acesso ultrarrápido à memória RAM.

Modem 5G próprio

A Apple está trabalhando há anos para desenvolver seus próprios chips modem 5G, reduzindo a dependência da Qualcomm. O chip C2, esperado para o iPhone 18, representa a terceira geração desses esforços e promete finalmente se equiparar aos modems Qualcomm em desempenho.

O C2 terá suporte a 5G mmWave, a versão mais rápida do 5G que oferece velocidades de download extremamente altas, embora com alcance mais limitado. Os modelos anteriores C1 e C1X, usados no iPhone SE 4 e iPhone 17 Air, não tinham esse recurso.

Ter seu próprio modem dá à Apple mais controle sobre o design e a eficiência energética, além de reduzir custos a longo prazo. É uma peça fundamental da estratégia da empresa de controlar todos os componentes principais de seus dispositivos.

O Desafio do custo dos Chips de 2 Nanômetros

Toda essa tecnologia avançada vem com um custo literal. A TSMC, fabricante dos chips da Apple, alertou que os processadores de 2 nanômetros serão pelo menos 50% mais caros que os de 3 nanômetros atuais. Isso se deve ao custo dos equipamentos de fabricação e à complexidade do processo.

Esse aumento de custo pode ter algumas implicações. Primeiro, é possível que a Apple limite os chips de 2 nanômetros apenas aos modelos mais caros, mantendo chips mais antigos nos modelos de entrada. Segundo, podemos ver um reajuste nos preços dos iPhones topo de linha.

Existem rumores contraditórios sobre como a Apple lidará com isso. Alguns sugerem que haverá apenas uma versão do chip A20, toda em 2 nanômetros, para os modelos Pro e dobrável. Outros indicam que pode haver duas versões: A20 padrão para o iPhone 18 básico e A20 Pro para os modelos premium.

iPhone 18 Air Continua na linha

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(Imagem: apple.com)

O iPhone Air, introduzido em 2025 como uma alternativa ultrafina aos modelos convencionais, continuará fazendo parte da estratégia da Apple em 2026. O iPhone 18 Air deve ser lançado junto com os modelos Pro e o dobrável em setembro.

Não temos muitos detalhes sobre o que mudará no Air em relação à geração atual, mas podemos esperar as atualizações padrão: chip mais novo, modem atualizado e possíveis melhorias nas câmeras. O conceito central de um iPhone ultrafino e elegante deve permanecer.

Modelos Básicos com menos prioridade

O iPhone 18 padrão e o iPhone 18e, versão de baixo custo, receberão menos atenção da Apple em 2026. Como mencionado, eles só poderão chegar ao mercado na primavera de 2027, vários meses depois dos modelos premium.

Uma das poucas informações que temos é que o iPhone 18 padrão pode finalmente receber um upgrade para 12 GB de RAM, aumentando mais 4GB dos 8 GB típicos dos modelos de entrada atuais. Essa mudança seria importante para garantir que o aparelho consiga rodar bem os recursos de Inteligência Artificial da Apple.

Outra mudança interessante: o botão de Controle da Câmera nesses modelos pode ser simplificado, eliminando o sensor capacitivo e mantendo apenas a detecção por pressão. Isso reduziria custos sem comprometer completamente a funcionalidade do botão.

Câmera Frontal de 24 Megapixels em todos os modelos

Uma melhoria que deve chegar a toda a linha iPhone 18 é a câmera frontal de 24 megapixels, substituindo os 12 megapixels atuais. Pode parecer apenas um número maior, mas mais megapixels na câmera frontal trazem benefícios reais.

Selfies terão mais detalhes e permitirão crops mais agressivos sem perder qualidade. Videochamadas ficarão mais nítidas, especialmente importante com o trabalho remoto cada vez mais comum. E a câmera poderá fazer zoom digital melhor, útil para enquadrar grupos de pessoas em selfies.

Botão de Controle da Câmera simplificado

Falando em economia de custos, o botão de Controle da Câmera pode passar por uma simplificação nos modelos não Pro. O botão atual tem dois tipos de sensores: capacitivos, que detectam quando você apenas toca nele, e de pressão, que sentem o quanto você aperta.

A versão simplificada eliminaria o sensor capacitivo, mantendo apenas a detecção por pressão. Na prática, isso significa que todas as funções do botão ainda estariam disponíveis, mas você teria que realmente pressionar o botão em vez de apenas tocar levemente nele. É uma mudança sutil, mas que ajuda a reduzir o custo da fabricação.

Vale a pena esperar pelo iPhone 18?

Depois de analisar tudo que sabemos sobre o iPhone 18, a pergunta que fica é: vale a pena esperar ou é melhor comprar um iPhone 17 agora?

A resposta depende muito do seu perfil. Se você está pensando em um modelo Pro e quer a melhor tecnologia disponível, o iPhone 18 Pro com Face ID sob a tela e abertura variável representa um salto significativo. O chip A20 de 2 nanômetros também promete melhorias reais de desempenho e bateria.

Para quem está de olho no iPhone dobrável, obviamente não há alternativa atual da Apple. Se você sempre quis um smartphone dobrável e prefere ficar no ecossistema Apple, 2026 será o seu ano. Só esteja preparado para o preço elevado.

Agora, se você está pensando em um modelo básico, a situação é diferente. O iPhone 18 padrão só chegará em 2027, e as mudanças em relação ao iPhone 17 não parecem ser tão dramáticas. Nesse caso, pode fazer mais sentido comprar um iPhone 17 com desconto do que esperar tanto tempo.

Também vale considerar que a primeira geração de qualquer tecnologia nova costuma ter problemas. O Face ID sob a tela pode não funcionar perfeitamente logo de cara, e o iPhone dobrável certamente terá uma curva de aprendizado tanto para a Apple quanto para os usuários. Se você não gosta de ser beta tester, pode valer a pena deixar para comprar a segunda geração dessas novidades.

Um ano de transformações para a Apple

O iPhone 18 representa muito mais do que apenas mais uma mudança anual. Estamos falando de mudanças fundamentais na forma como a Apple projeta e lança seus smartphones. O Face ID sob a tela, o primeiro dobrável, a estratégia de lançamento dividida, o chip de 2 nanômetros com arquitetura renovada… são muitas novidades acontecendo ao mesmo tempo.

Para a Apple, 2026 pode ser um ano de apostas. A empresa está investindo pesado em tecnologias que podem ou não ressoar aos consumidores. O iPhone dobrável é um risco calculado, entrando em um mercado que ainda não explodiu mas mostra potencial. O Face ID sob a tela é uma evolução natural, mas precisa funcionar perfeitamente para não frustrar os usuários acostumados com a confiabilidade do sistema atual.

O que podemos dizer com certeza é que o iPhone 18 pode se tornar um dos lançamentos inesquecíveis da Apple. Seja pelas inovações tecnológicas, pelo formato dobrável inédito ou pela nova estratégia de lançamento, a linha de 2026, de acordo com os rumores, promete marcar a história dos iPhones tanto quanto modelos icônicos como o iPhone 4 ou o iPhone X marcaram no passado.

Agora é esperar pelos próximos meses para ver quais desses rumores se confirmam e quais surpresas adicionais a Apple tem guardadas. Uma coisa é certa: o iPhone 18 já está gerando expectativas, e quando setembro de 2026 chegar, todos os olhos estarão voltados para o que a Apple tem a mostrar.

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Rodrigo dos Anjos

Rodrigo é redator do ClicaTech e formado em Ciências da Computação com Especialização em Segurança da Informação. Amante declarado da tecnologia, dedica-se não apenas a acompanhar as tendências do setor, mas também a compreender, aplicar, proteger e explorar soluções que unam inovação, segurança e eficiência.

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Conteúdo elaborado e revisado pela redação do ClicaTech.  Pode conter tradução com auxílio de Inteligência Artificial.

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