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Asus ProArt PX13: O Notebook de 13 Polegadas com 96 GB de VRAM

Com o processador AMD Ryzen AI Max+ 395 e até 128 GB de RAM unificada, o ProArt PX13 HN7306EA redefine o que cabe dentro de um conversível compacto — e levanta questões sérias sobre o futuro das GPUs dedicadas.

Asus ProArt PX13: O Notebook de 13 Polegadas com 96 GB de VRAM
(Imagem: Reprodução/ASUS)

Tem uma certa estranheza produtiva em segurar um notebook de 13 polegadas e saber que ele carrega dentro de si mais memória de vídeo do que a grande maioria das placas de vídeo dedicadas que você encontraria em um desktop de alta performance há três anos.

O Asus ProArt PX13 HN7306EA faz exatamente isso: com até 96 GB de VRAM alocável para a GPU integrada, ele representa uma ruptura genuína com o que se espera de um computador portátil compacto.

Isso é possível graças à arquitetura APU Strix Halo da AMD. APU, do inglês “Accelerated Processing Unit” (Unidade de Processamento Acelerado), é o termo que a AMD usa para chips que combinam processador central (CPU) e processador gráfico (GPU) no mesmo pacote, compartilhando um pool unificado de memória.

A diferença aqui é a escala: enquanto APUs convencionais trabalham com 16 ou 32 GB de memória compartilhada, o Ryzen AI Max+ 395 suporta até 128 GB, dos quais uma fatia considerável pode ser direcionada exclusivamente para a GPU.

O ProArt PX13 HN7306EA integra uma APU AMD Strix Halo em um formato conversível de 13 polegadas.(Imagem: via notebookcheck)

O ProArt PX13 já existia antes com um chip mais modesto. A versão anterior usava o Ryzen AI 9 HX 370, e ainda pode ser encontrada nos EUA por cerca de US$ 1.869 (aproximadamente R$ 10.980 na conversão direta de abril de 2026).

Agora, a Asus trouxe globalmente a versão com o chip mais potente da linha Strix Halo, posicionando o aparelho como uma ferramenta profissional séria para criadores de conteúdo, desenvolvedores de inteligência artificial e usuários que precisam de desempenho gráfico real em um formato portátil e discreto.

O dado que chama atenção: com 128 GB de RAM, o ProArt PX13 pode alocar 96 GB de VRAM para a Radeon 8060S, mantendo 32 GB livres para o sistema. Isso supera a VRAM de GPUs dedicadas como a Nvidia RTX 4090, que traz 24 GB.

O que é a APU AMD Strix Halo?

Para entender o que torna o ProArt PX13 especial, é preciso entender a arquitetura por trás dele. O Strix Halo é o codinome da AMD para uma família de APUs de alta performance projetadas especificamente para desafiar o domínio da Apple Silicon no segmento de portáteis de alto desempenho.

A diferença fundamental está na memória. Chips convencionais para notebooks separam fisicamente a memória do processador (RAM do sistema) da memória da placa de vídeo (VRAM).

No caso dos integrados tradicionais, a GPU usa um pedaço da RAM do sistema, geralmente entre 2 GB e 8 GB, o que limita bastante o desempenho gráfico.

A arquitetura Strix Halo adota uma abordagem de memória unificada, semelhante ao que a Apple faz com o chip M4 Pro. Um único pool de memória de alta largura de banda alimenta tanto a CPU quanto a GPU, e o usuário pode controlar a divisão entre as duas.

Leia Também: Apple Descontinua o Mac Pro Após 20 Anos: O Fim de uma Lenda da Computação Profissional

Ryzen AI Max+ 395: O Chip mais Poderoso da Família

O Ryzen AI Max+ 395 é a variante de topo dentro da geração Strix Halo. Ele conta com 16 núcleos de CPU (processamento central) baseados na arquitetura Zen 5, e 40 unidades de computação (CUs) na GPU integrada Radeon 8060S.

Para contextualizar: 40 unidades de computação é o mesmo número que você encontra em algumas GPUs dedicadas de entrada e meio de linha de gerações recentes.

Além disso, o chip inclui uma NPU (Neural Processing Unit, ou Unidade de Processamento Neural) com capacidade de 50 TOPS. Esse valor mede quantas operações de 8 bits o chip consegue executar por segundo para tarefas de inteligência artificial local, como transcrição de voz, geração de imagens no dispositivo, tradução em tempo real e aceleração de modelos de linguagem de médio porte sem precisar enviar dados para a nuvem.

O que é a VRAM de 96 GB?

VRAM vem do inglês “Video Random Access Memory”, ou seja, Memória de Acesso Aleatório de Vídeo. É a memória dedicada ao processador gráfico, usada para armazenar texturas, shaders, frames renderizados e, mais recentemente, modelos de inteligência artificial que rodam localmente na GPU.

Até pouco tempo atrás, a maior quantidade de VRAM disponível em uma GPU para consumidores era 24 GB, encontrada nas Nvidia RTX 4090 e RTX 6000 Ada. GPUs profissionais como a Nvidia H100, voltadas para data centers, chegam a 80 GB, mas custam dezenas de milhares de dólares e não cabem em um notebook.

Com 96 GB de VRAM disponíveis no ProArt PX13, o usuário consegue executar modelos de linguagem de grande porte (os famosos LLMs, do inglês “Large Language Models”) inteiramente na GPU, sem precisar dividir a carga com a CPU.

Isso é relevante para desenvolvedores de IA, pesquisadores, artistas que usam ferramentas de geração de imagem locais como o Stable Diffusion, e profissionais de edição de vídeo que trabalham com resoluções altíssimas e efeitos complexos.

Especificações Técnicas Completas do ProArt PX13 HN7306EA

ComponenteEspecificaçãoO que significa na prática
ProcessadorAMD Ryzen AI Max+ 395APU topo de linha da família Strix Halo. 16 núcleos Zen 5, frequência máxima de 5,1 GHz. Compete diretamente com o Apple M4 Pro em benchmarks de multitarefa.
GPU integradaAMD Radeon 8060SGPU com 40 unidades de computação, baseada na arquitetura RDNA 3.5. Desempenho equivalente a uma GPU dedicada de médio porte em workloads gráficos e de IA.
Memória RAM64 GB ou 128 GB LPDDR5XLPDDR5X é o tipo de memória de maior largura de banda disponível em notebooks em 2026, com até 136 GB/s de transferência. Toda a memória é soldada e unificada.
VRAM alocávelAté 48 GB (64 GB RAM) ou até 96 GB (128 GB RAM)Porção da memória direcionada exclusivamente para a GPU. Com 96 GB, supera a VRAM de qualquer GPU dedicada para consumidores disponível atualmente.
TelaOLED 13,3″ · 60 Hz · resolução não confirmadaPainel OLED garante pretos profundos e cobertura ampla de espaço de cor, essencial para trabalho criativo. A taxa de atualização de 60 Hz é o ponto fraco da configuração.
ArmazenamentoSSD de 1 TB (variante US$ 2.799)SSD NVMe PCIe 4.0, com velocidades de leitura típicas acima de 5.000 MB/s. Velocidade suficiente para work flows de vídeo 4K e 8K sem gargalos.
TDP configuradoAté 115 WTDP (Thermal Design Power, ou Potência de Projeto Térmico) indica a potência máxima que o processador pode consumir e que o sistema de resfriamento precisa dissipar. 115 W é generoso para um notebook de 13 polegadas.
NPU50 TOPSTOPS (Tera Operations Per Second, Tera Operações por Segundo) mede a capacidade de processamento de IA local. 50 TOPS supera o requisito mínimo da Microsoft para PCs com IA (40 TOPS), habilitando todos os recursos do Windows AI.
Fator de formaConversível 2 em 1 (flip 360°)A tela gira 360 graus, permitindo usar o aparelho como notebook, tablet ou em modo tenda. Inclui suporte a caneta stylus na maioria das configurações.
ConectividadeThunderbolt 4, USB-A, HDMI, SD cardThunderbolt 4 permite conectar monitores externos de até 8K, dispositivos de armazenamento ultrarrápidos e GPUs externas (eGPU) via cabo único.

O ponto de atenção mais importante: a tela OLED do ProArt PX13 opera a 60 Hz — uma taxa de atualização padrão, mas que contrasta com os 120 Hz ou mais que muitos concorrentes oferecem nessa faixa de preço. Para edição de fotos e vídeos, isso raramente importa. Para jogos ou uso geral fluido, pode ser perceptível.

Preços do ProArt PX13 HN7306EA: quanto custa nos EUA, Reino Unido e Europa

A Asus não é conhecida por subestimar o valor dos seus produtos profissionais, e o ProArt PX13 com Strix Halo confirma essa tendência. Os preços de lançamento são os seguintes:

Conversões para reais baseadas na cotação de referência de abril de 2026. Não incluem impostos de importação nem taxas brasileiras, que costumam elevar sensivelmente o preço final no mercado nacional:

ProArt PX13 Vs TUF Gaming A14: Dois Strix Halo, Propósitos Diferentes

A Asus lançou no mesmo período outro notebook com a arquitetura Strix Halo: o TUF Gaming A14 FA401EA, voltado para jogos, com o chip Ryzen AI Max+ 392 (ligeiramente menos potente que o Max+ 395). A comparação entre os dois revela escolhas de design bastante distintas.

O TUF Gaming A14 foi lançado nos EUA com uma limitação significativa: apenas 32 GB de RAM, o que restringe a VRAM máxima alocável e deixa de aproveitar o que a arquitetura Strix Halo tem de mais impactante. Em outros mercados, a Asus chegou a oferecer uma variante com 64 GB, mas a versão americana ficou travada na configuração menor.

O ProArt PX13, por sua vez, parte de 64 GB no mercado americano e vai até 128 GB, explorando o potencial da plataforma de forma mais completa. Além disso, o perfil de cada produto é diferente: enquanto o TUF Gaming A14 tem 14 polegadas, é mais espesso e tem visual claramente voltado para gamers, o ProArt PX13 adota um design conversível de 13,3 polegadas, mais discreto, adequado para ambientes corporativos e criativos.

Comparativo direto entre o ProArt PX13 HN7306EA e o TUF Gaming A14 FA401EA. O ProArt leva vantagem em RAM e VRAM; o TUF Gaming entrega tela mais fluida e painel maior.

ProArt PX13 HN7306EATUF Gaming A14 FA401EA
Ryzen AI Max+ 395
OLED 13,3″ · 60 Hz
128 GB
96 GB
Profissional / criativo
Chip
Tela
RAM máx. (EUA)
VRAM máx.
Perfil
Ryzen AI Max+ 392
IPS 14″ · 165 Hz
32 GB (EUA) / 64 GB (intl.)
16 GB (EUA) / 32 GB (intl.)
Gamer / performance

Para quem é o ProArt PX13 com Strix Halo?

Existe uma pergunta legítima sobre quem realmente precisa de um notebook com 96 GB de VRAM em formato compacto. A resposta não é uma, são várias.

Profissionais de Inteligência Artificial e Desenvolvimento de Modelos

Rodar modelos de linguagem de grande porte localmente exige memória de vídeo generosa. Modelos como o LLaMA 3 com 70 bilhões de parâmetros, por exemplo, requerem cerca de 40 GB de VRAM para operar em precisão de 16 bits. Com 96 GB disponíveis, o ProArt PX13 consegue executar esses modelos confortavelmente, o que em 2024 exigiria um servidor ou uma GPU profissional de data center.

Para quem trabalha com fine-tuning (ajuste fino de modelos pré-treinados com dados específicos), a memória disponível faz diferença direta no tamanho dos lotes de treinamento e, portanto, na velocidade do processo.

Criadores de Conteúdo em Resolução muito Alta

Edição de vídeo em 8K, composição de cenas 3D complexas e renderização de efeitos visuais consomem VRAM de forma expressiva. Softwares como DaVinci Resolve, Blender e Adobe After Effects se beneficiam diretamente de mais memória gráfica para armazenar previews, texturas e camadas de efeito sem precisar fazer swap para o armazenamento — um processo que reduz a velocidade de trabalho.

Artistas Digitais que Usam Geração de Imagens por IA

Ferramentas como o Stable Diffusion XL e o Flux.1 conseguem gerar imagens em resoluções bem mais altas quando têm mais VRAM disponível. Com 48 ou 96 GB, é possível gerar imagens em resoluções que normalmente seriam inviáveis em hardware doméstico, com tempos de geração menores e possibilidade de trabalhar com múltiplos modelos simultaneamente.

O que Talvez não Seja a Melhor Compra para Você

Se o seu uso principal é navegar na internet, responder e-mails, usar planilhas ou editar textos, o ProArt PX13 é uma solução tecnicamente brilhante mas completamente superdimensionada para a tarefa.

O mesmo dinheiro, aproximadamente US$ 2.799 a US$ 2.999 (de R$ 16.440 a R$ 17.615 na conversão direta), compraria um laptop muito mais leve, mais eficiente em bateria e mais adequado para uso cotidiano. O ProArt PX13 HN7306EA é uma ferramenta especializada com preço proporcional.

Os quatro principais casos de uso onde 96 GB de VRAM no ProArt PX13 HN7306EA fazem diferença real no fluxo de trabalho:

IA local
Modelos LLM
até 70B params
sem cloud
Fine-tuning
local possível
Vídeo 8K
DaVinci Resolve
After Effects
Previews rápidos
sem gargalos
de VRAM
Geração IA
Stable Diffusion
Flux.1 · SDXL
Resoluções
muito altas
localmente
3D e render
Blender
Cinema 4D
Cenas complexas
sem limitação
de memória

A Limitação da Tela: 60 Hz em um Notebook de Quase R$ 18.000

Não seria honesto falar do ProArt PX13 HN7306EA sem abordar a sua principal limitação. Para um notebook com esse posicionamento de preço, a tela OLED operando a 60 Hz é uma escolha que chama atenção — e não necessariamente de forma positiva.

A taxa de atualização, medida em Hz (hertz), indica quantas vezes por segundo a imagem da tela é redesenhada. A 60 Hz, a tela mostra 60 quadros por segundo.

A maioria dos notebooks na faixa de US$ 1.500 a US$ 2.000 já trabalha com 120 Hz, e há modelos com 165 Hz, 240 Hz ou até 360 Hz. Taxas mais altas resultam em uma experiência visual mais suave, especialmente ao mover janelas, rolar páginas ou usar o cursor — mesmo fora de jogos.

Para um profissional que usa o notebook exclusivamente para edição de fotos, criação de arte digital ou treinamento de modelos de IA, os 60 Hz raramente são um problema real.

A maioria desses fluxos de trabalho não depende de taxa de atualização alta. Mas para qualquer outro tipo de uso, a diferença de fluidez em comparação com telas de 120 Hz é perceptível no dia a dia.

É provável que a Asus tenha feito essa escolha para controlar o consumo de energia e o TDP total do sistema: com um chip de 115 W de potência máxima em um chassis de 13,3 polegadas, cada watt poupado em outros componentes ajuda a manter o equilíbrio térmico e a autonomia de bateria em condições razoáveis.

Para profissionais de cor e calibração de imagem, entretanto, uma tela OLED a 60 Hz pode ser preferível a uma tela IPS de 120 Hz em termos de cobertura de espaço de cor, uniformidade e precisão de pretos. A escolha tem um lado técnico relevante, dependendo do fluxo de trabalho.

O ProArt PX13 e a Nova Realidade dos Notebooks com IA Integrada

O lançamento global do ProArt PX13 HN7306EA faz parte de uma tendência maior que está redesenhando o mercado de notebooks em 2025 e 2026: a integração de capacidades sérias de inteligência artificial diretamente no hardware portátil.

Até pouco tempo atrás, rodar modelos de IA de grande porte exigia servidores, workstations de alto custo ou acesso a serviços de computação em nuvem pagos por hora de uso.

A evolução das APUs — e, em menor medida, dos chips Apple Silicon — está democratizando esse acesso. Um pesquisador, desenvolvedor ou artista pode agora carregar na mochila um dispositivo que, cinco anos atrás, seria equivalente em capacidade a um cluster de servidores dedicados.

A concorrência nesse segmento também é relevante. A Apple oferece o MacBook Pro com chip M4 Max, que disponibiliza até 128 GB de memória unificada e desempenho comparável em muitos workloads.

No entanto, o ecossistema macOS tem compatibilidade limitada com algumas ferramentas de IA e software criativo que rodam exclusivamente em Windows ou Linux. O ProArt PX13 com Windows 11 (e a possibilidade de instalar Linux) tem uma vantagem prática para desenvolvedores que dependem dessas plataformas.

 Uma Declaração Técnica em Formato Compacto

O Asus ProArt PX13 HN7306EA é o tipo de produto que não precisa ser para todos para ser importante. Ele representa um ponto de inflexão: o momento em que a VRAM que antes definia servidores de IA passou a caber em uma mochila de 13 polegadas.

Para quem precisa do que ele entrega — modelos de linguagem rodando localmente, geração de imagens sem depender de nuvem, edição de vídeo em resolução muito alta sem gargalos de memória gráfica — não existe alternativa Windows comparável nesse formato.

O MacBook Pro com M4 Max concorre de perto, mas com limitações de ecossistema para certos fluxos de trabalho.

As limitações existem e são reais: a tela a 60 Hz é o sacrifício mais visível, e o preço entre US$ 2.799 e US$ 2.999 (aproximadamente R$ 16.440 a R$ 17.615 na conversão direta, bem mais no Brasil com impostos) coloca o aparelho em um território de compra muito cuidadosa.

Mas se você é o profissional que esse notebook foi feito para atender, provavelmente já sabe disso. E provavelmente já está calculando quanto dos seus modelos de IA cabem nesses 96 GB.

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