O Preço do Petróleo Ameaça o Futuro da Inteligência Artificial

O conflito que fechou o Estreito de Ormuz não afeta apenas os preços no posto de gasolina. Ele pressiona os custos de energia de fábricas de chips e data centers de IA, coloca em risco o fornecimento de hélio essencial para semicondutores e levanta uma pergunta incômoda para a indústria de tecnologia: o boom da IA continua no mesmo ritmo se a energia ficar cara demais?

O Preço do Petróleo Ameaça o Futuro da Inteligência Artificial

Em 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel iniciaram ataques coordenados contra o Irã, em uma operação que ficou conhecida como “Operação Epic Fury”.

A resposta iraniana foi imediata: a Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que nenhuma embarcação poderia atravessar o Estreito de Ormuz sem autorização de Teerã, efetivamente bloqueando uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta.

O tráfego de Petroleiros caiu e mais de 150 navios ficaram ancorados fora do estreito, aguardando condições mais seguras para navegar.

O que veio a seguir foi uma cascata de consequências que ultrapassou os limites do Oriente Médio. O petróleo disparou para mais de 110 dólares por barril, segundo o portal Euronews.

Os preços do gás natural liquefeito acompanharam a alta. E lá no outro lado do mundo, nas bolsas de Seul, Taipé e Tóquio, as ações de empresas como TSMC, Samsung Electronics e SK Hynix começaram a cair, chegando a recuar entre 9% e 22% em determinados momentos.

À primeira vista, pode parecer difícil enxergar a ligação direta entre um conflito no Golfo Pérsico e o desempenho de fabricantes de chips e as consequências para o Futuro da Inteligência Artificial. Mas ela existe, e é mais concreta do que parece.

O Que o Estreito de Ormuz tem a ver com a Tecnologia?

 Preço do Petróleo
O Estreito de Ormuz. (Imagem: Reprodução/BBC)

O Estreito de Ormuz é uma faixa de água com cerca de 34 quilômetros de largura que separa o Irã de Omã e conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. Em tempos de paz, cerca de 20 milhões de barris de petróleo ou derivados trafegam pelo Estreito de Ormuz todos os dias, o que representa 25% de todo o comércio global de hidrocarbonetos.

Além do petróleo, o estreito é a rota de saída de praticamente todo o gás natural liquefeito produzido no Catar, um dos maiores exportadores dessa matéria-prima no mundo. Cerca de 90% das exportações de gás natural liquefeito catarianas passam pelo Estreito de Ormuz.

O Que o Estreito de Ormuz tem a ver com Tecnologia?
CEO da Saudi Aramco, maior produtora de petróleo do Oriente Médio alertou sobre as consequências (Foto: Aaron M. Sprecher/Bloomberg)

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O gás natural liquefeito, conhecido pela sigla GNL, é o gás natural resfriado a temperaturas extremamente baixas até se tornar líquido para facilitar o transporte em navios-tanque. Ele é a principal fonte de energia elétrica de muitos países europeus e asiáticos e é usado como combustível em usinas termelétricas.

Quando o estreito foi efetivamente bloqueado, o efeito foi imediato nos mercados de energia do mundo inteiro. E energia é o ingrediente mais fundamental de toda a cadeia que sustenta a inteligência artificial, desde a fábrica que produz os chips até o servidor que processa os dados.

Por Que Data Centers e Fábricas de Chips Dependem Tanto de Energia

Para entender a vulnerabilidade do setor de tecnologia a um choque energético, é preciso entender quanto esses sistemas consomem de eletricidade.

Futuro da Inteligência Artificial
Os centros de dados de IA consomem muita energia, o que os torna vulneráveis ​​ao aumento dos custos de energia. (Andrew Caballero-Reynolds-AFP-Getty Image)

Os centros de dados de inteligência artificial consomem muito mais eletricidade do que as instalações de servidores tradicionais. Isso acontece porque os processadores usados para treinar e executar modelos de IA são do tipo GPU, ou unidade de processamento gráfico, componentes que demandam muita energia para realizar os cálculos paralelos massivos que a IA exige.

Além das GPUs, os sistemas de refrigeração necessários para manter esses processadores na temperatura adequada também consomem quantidades relevantes de eletricidade.

Segundo a analista Phelix Lee, da Morningstar, o petróleo representa cerca de 38% do consumo total de energia dos Estados Unidos, país que abriga a maioria dos centros de dados de IA do mundo.

Embora o petróleo não seja a principal fonte de geração de eletricidade, preços mais altos do petróleo tendem a se propagar pelos mercados de energia como um todo, encarecendo também o custo da eletricidade gerada por outras fontes.

Do lado das fábricas de semicondutores, a situação é parecida. A fabricação de chips é um processo altamente intensivo em energia, que envolve câmaras de vácuo, lásers de precisão, sistemas de filtragem de ar e ambientes de temperatura e pressão controlados.

A Morningstar estima que as despesas com energia representem entre 3% e 6% da receita projetada para 2025 da TSMC, Samsung e SK Hynix.

Com os preços do petróleo mais de 40% mais altos no acumulado do ano, esses percentuais tendem a crescer, corroendo as margens de lucro das empresas.

O Hélio do Catar: O Risco Que Poucos estavam Monitorando

Se a pressão nos custos de energia já seria suficiente para preocupar o setor de tecnologia, existe um segundo risco que chegou de forma quase silenciosa: a interrupção do fornecimento de hélio.

O hélio é um gás inerte presente em pequenas quantidades na natureza e usado em processos industriais que exigem temperaturas extremamente baixas ou ambientes sem qualquer contaminação.

Na fabricação de semicondutores, ele é indispensável: é usado para refrigerar as câmaras de processo, para criar atmosferas controladas durante a litografia, o processo de gravação dos circuitos no silício, e para detectar vazamentos em equipamentos de precisão.

O problema é a origem desse hélio. O Catar é o segundo maior produtor global de hélio, fornecendo quase um terço do suprimento mundial. O hélio catariano é um subproduto do processo de produção do gás natural liquefeito: quando o GNL é processado, o hélio é separado e capturado como produto secundário.

A produção de hélio no Catar foi interrompida após ataques às instalações de gás natural liquefeito do país, afetando a indústria de fabricação de semicondutores que estão sem alternativas viáveis no curto prazo.

Em outras palavras: quando a instalação de exportação de GNL do Catar parou de funcionar, a produção de hélio parou junto. E sem hélio, a fabricação de chips enfrenta sérias dificuldades, desde a queda no rendimento dos processos até, no cenário mais severo, a interrupção temporária das linhas de produção.

O Bromo Israelense: Menor Risco, Mas no Radar

Além do hélio, a analista da Morningstar identificou outro insumo crítico que merece atenção: o Bromo.

O Bromo é um elemento químico usado na fabricação de retardantes de chama para placas de circuito impresso e como agente de tratamento na produção de componentes de memória.

A Coreia do Sul, onde estão localizadas as fábricas da Samsung e da SK Hynix, dois dos maiores produtores de chips de memória do mundo, obtém 98% do seu suprimento de bromo de Israel.

Por enquanto, os fluxos de Bromo permanecem relativamente estáveis, mas uma escalada adicional do conflito em Israel poderia comprometer essa cadeia de abastecimento, afetando diretamente a produção de chips de memória usados em servidores de IA.

O Impacto Real nos Mercados: Ações de Chips em Queda

A combinação de todos esses fatores resultou em volatilidade intensa nas ações de empresas de semicondutores desde o início do conflito.

A TSMC, fabricante taiwanese responsável pela produção de boa parte dos chips mais avançados do mundo, incluindo os processadores da NVIDIA usados em data centers de IA, viu suas ações recuar significativamente.

A Samsung Electronics e a SK Hynix, as duas maiores fabricantes de chips de memória do mundo, também foram afetadas, chegando a cair entre 9% e 22% em determinados momentos, conforme documentado pela análise da Morningstar.

Essa queda reflete não apenas os custos de energia mais altos de hoje, mas o temor de um efeito cascata futuro. Se os preços da energia permanecerem elevados por tempo suficiente, os provedores de computação em nuvem podem desacelerar o ritmo de instalação de novos servidores de IA.

Menos servidores instalados significa menos chips comprados. Menos chips comprados significa menos receita para TSMC, Samsung e SK Hynix.

Os provedores de nuvem podem reconsiderar o ritmo de implantação de servidores de IA, e qualquer desaceleração nesse ritmo representa um possível impacto em cascata para os fabricantes de chips que surfam na onda da demanda impulsionada pela IA.

Aqui está um trecho desenvolvido para enriquecer o artigo anterior, que pode ser inserido logo após a seção sobre o hélio do Catar:

Taiwan no Centro da Vulnerabilidade Energética Global

Taiwan ocupa uma posição singular nessa crise. A ilha é responsável por boa parte da fabricação dos chips mais avançados do mundo, com destaque para a TSMC, que produz os processadores usados nos servidores de IA da NVIDIA, da Apple e de dezenas de outras empresas.

Mas essa capacidade produtiva descomunal repousa sobre uma base energética frágil: Taiwan importa cerca de 97% de toda a energia que consome, sem reservas significativas de combustível próprio.

O Oriente Médio responde por 37% do combustível que abastece a rede elétrica taiwanese, principalmente na forma de gás natural liquefeito.

Essa eletricidade alimenta diretamente as fábricas da TSMC, que exigem fornecimento contínuo e estável para operar. Uma interrupção no abastecimento de GNL, ainda que temporária, pode forçar reduções na capacidade produtiva das fábricas ou elevar o custo da eletricidade a ponto de comprimir as margens da empresa.

A dependência do hélio aprofunda ainda mais essa vulnerabilidade. Taiwan não produz hélio e depende de importações dos Estados Unidos e do Catar para manter suas linhas de fabricação de semicondutores em funcionamento.

Com o Catar respondendo por cerca de um terço do fornecimento mundial do gás, qualquer tensão prolongada no Golfo Pérsico pressiona simultaneamente duas frentes críticas para a produção de chips taiwanesa: o custo da eletricidade e a disponibilidade de insumos essenciais ao processo de fabricação.

“A escassez de hélio pode forçar os fabricantes de chips a priorizar a produção de chips de IA com margens de lucro mais altas em detrimento de componentes menos rentáveis”, disse Michael Deng, analista da Bloomberg Economics. 

É a combinação dessas duas vulnerabilidades, energia e hélio dependentes da mesma região em conflito, que torna Taiwan e a TSMC particularmente expostas ao cenário atual.

TSMC, NVIDIA e a Cadeia de Suprimentos que já Estava no Limite

(Imagem: Reprodução/Adrenaline)

A TSMC não fabrica apenas chips genéricos. Ela é a única fornecedora das GPUs da NVIDIA, incluindo os aceleradores de IA da série H100 e B200, que estão instalados na maioria dos data centers de inteligência artificial do mundo.

Um acelerador de IA é um processador especializado, diferente dos chips convencionais de computador, projetado especificamente para realizar os cálculos matemáticos que modelos de linguagem e redes neurais exigem em escala.

Esses chips geram margens muito superiores às das GPUs voltadas para o consumidor comum, como a linha GeForce RTX 50.

Se a capacidade produtiva da TSMC for comprometida por restrições de energia ou falta de hélio, a NVIDIA e seus clientes corporativos serão os primeiros a sentir o impacto, já que os contratos de data center têm prioridade na linha de produção.

O problema é que essa pressão chega em um momento em que a cadeia de suprimentos de semicondutores já operava perto do limite.

Os fabricantes de memória, como a Samsung e a SK Hynix, redirecionaram sua capacidade produtiva quase que integralmente para atender clientes de IA, o que reduziu a oferta de memória DDR5 para o mercado convencional e empurrou os preços para cima.

As próprias GPUs para consumidores finais estão mais caras, em parte porque a demanda corporativa por silício compete diretamente com o mercado de varejo pelos mesmos recursos de produção.

Em resumo: a cadeia global de semicondutores já estava sob tensão antes do conflito. A interrupção no fornecimento de energia e de insumos críticos como o hélio não chegou a um sistema com folga, mas a um sistema que já funcionava sem margem de segurança. Qualquer perturbação adicional tende a se amplificar muito mais do que aconteceria em condições normais.

O Efeito Sobre os Consumidores: Inflação e Demanda Mais Fraca

O choque energético não fica restrito ao setor de tecnologia. Segundo análise da corretora americana Jefferies, custos de energia mais altos costumam atingir as empresas primeiro por meio de despesas com frete, combustível e insumos, criando um aperto nas margens que depois se propaga para uma demanda baixa do consumidor se os preços permanecerem elevados.

A corretora observou que o impacto é desigual entre os setores. Empresas com cadeias de suprimentos globais extensas e logística intensiva sentem a pressão mais cedo. Varejistas de produtos não essenciais, como eletrônicos, roupas e artigos de lazer, enfrentam dificuldades maiores quando o poder de compra das famílias começa a ser corroído pelos preços mais altos dos combustíveis.

No Brasil, esse risco é concreto. Políticas energéticas recentes indicam uma possível ampliação da dependência de gás natural no sistema elétrico brasileiro.

O Leilão de Reserva de Capacidade de 2026 prevê a contratação de novas usinas termelétricas a gás natural para garantir flexibilidade operacional ao sistema interligado nacional, e parte desses projetos depende de gás natural liquefeito importado, cujo preço é altamente sensível às condições do mercado internacional.

Em termos simples: um GNL mais caro no mercado internacional pode acabar se refletindo em encargos mais altos na conta de luz dos brasileiros.

A Agência Internacional de Energia e a Liberação de Reservas

Diante do impacto imediato nos mercados, a Agência Internacional de Energia, organismo que coordena as políticas energéticas de países desenvolvidos, tomou uma medida sem precedente em termos de volume.

O diretor executivo da AIE, Fatih Birol, informou que a liberação de 400 milhões de barris de petróleo das reservas de emergência representa o maior volume de reservas emergenciais de petróleo da história da agência, disponibilizado para compensar a perda de oferta decorrente do fechamento efetivo do Estreito de Ormuz.

A Agência Internacional de Energia e a Liberação de Reservas
Alvos energéticos do Irã no dia 18 de março (Foto: Igor Ramon/Arte g1)

Apesar do anúncio, a medida teve efeito limitado sobre os preços. O valor do barril de petróleo Brent operava em alta de 4% na semana do anúncio, cerca de 30% acima do preço antes da guerra.

O problema é estrutural. As reservas estratégicas da AIE cobriam, na prática, apenas cerca de 20 dias do fluxo normal do estreito. Se o bloqueio se prolongar além disso, o impacto nos mercados de energia tende a ser progressivamente mais severo.

A Administração de Informação Energética dos Estados Unidos projetou que o petróleo Brent ficaria em média acima de 95 dólares por barril nos dois meses seguintes ao conflito, convertendo para reais, isso representa em torno de R$ 522 por barril antes de uma eventual normalização.

Quanto o Petróleo pode Chegar a Custar?

Esse é o dado que mais preocupa analistas e governos. No pior cenário, analistas preveem que o petróleo pode ultrapassar o recorde histórico de 147,50 dólares por barril registrado em 2008.

Alguns analistas projetam valores ainda mais extremos para um cenário de bloqueio prolongado, com estimativas chegando a 180 dólares e até 200 dólares por barril em algumas projeções.

Convertendo para reais no câmbio atual, esses valores representariam entre R$ 990 e R$ 1.100 por barril. O impacto disso sobre o preço da gasolina, do diesel, dos alimentos transportados e dos produtos industrializados seria relevante em qualquer economia do mundo.

Para a indústria de IA, custos de energia mais altos para data centers de IA podem desacelerar a expansão da infraestrutura de IA, enquanto fábricas de semicondutores em Taiwan e na Coreia do Sul enfrentarão pressões crescentes de custos devido aos preços mais altos do gás natural liquefeito, conforme alertou a analista Phelix Lee, da Morningstar.

Se a guerra se prolongar, esses custos devem aumentar consideravelmente, com grande parte do ônus sendo repassado aos clientes, dada a escassez de chips relacionados à IA.

O Brasil no Meio Dessa Tempestade

O Brasil tem uma posição peculiar nesse cenário. Por um lado, é um grande exportador de petróleo, e preços mais altos beneficiam diretamente a Petrobras e o saldo da balança comercial. Atualmente, cerca de metade da produção nacional de petróleo é destinada ao mercado externo.

Por outro lado, o país também importa derivados de petróleo, depende de GNL para complementar a geração de energia elétrica em períodos de seca e está expandindo sua infraestrutura de data centers para atender à demanda crescente por serviços de inteligência artificial.

Uma alta sustentada nos preços da energia afeta tanto os custos operacionais das empresas quanto o bolso do consumidor final.

Especialistas afirmam que, do ponto de vista econômico, se os países não se convencerem pelo argumento climático de que deveriam transicionar para energia renovável, talvez se convençam pelo impacto econômico: o preço do petróleo fará a inflação disparar e empurrará pessoas para a pobreza.

O Que Está em Jogo Para o Futuro da IA

Por trás de toda essa turbulência existe uma questão de fundo que a indústria de tecnologia prefere não discutir abertamente: a inteligência artificial, tal como está sendo desenvolvida hoje, é um projeto energeticamente intensivo em um mundo onde a energia pode não ser tão abundante e barata quanto se supunha.

As grandes empresas de tecnologia assumiram compromissos de expansão de data centers que somam trilhões de dólares nos próximos anos. Esses planos foram elaborados com premissas de custo de energia que um choque geopolítico pode invalidar rapidamente.

Se os preços da energia permanecerem elevados por um período prolongado, algumas dessas decisões de investimento podem ser revisadas, os prazos podem ser alongados e o ritmo de lançamento de novos modelos pode ser afetado.

Não é uma certeza. É um risco que o conflito no Golfo tornou muito mais palpável do que era há alguns meses.

Energia, Guerra e o Futuro Digital

O conflito no Oriente Médio não é apenas uma crise geopolítica. É um teste de estresse para a infraestrutura que sustenta a transformação digital do mundo.

Quando o Estreito de Ormuz fecha, os efeitos chegam aos preços do petróleo, depois aos custos de energia, depois às margens de fabricantes de chips, depois ao ritmo de expansão de data centers, e finalmente ao tempo que leva para o próximo modelo de IA ser treinado e disponibilizado.

A questão-chave não é se o impacto existe, porque ele claramente existe. A questão é quanto tempo vai durar. Um choque de semanas deixa volatilidade e perdas localizadas.

Um choque de meses reconfigura planos de investimento. E um choque de um ano ou mais a indústria de tecnologia não estará pronta para ter: o que acontece com o boom da IA se a energia não for mais barata o suficiente para sustentá-lo?

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